E
disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como
meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus. Mt.18:3
Quando Cristo andou
entre nós, por várias vezes Ele disse como deveríamos entrar no Reino de Deus,
Reino dos Céus. No versículo acima a pessoa teria que ter um coração puro como
uma criança, e em outras versões Ele diz, “..dos tais é o Reino dos Céus”,
também dá uma idéia de como deveríamos fazer para alcançá-lo em outras passagens,
como por exemplo em Mat. 7:21 Ele diz: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor!
entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está
nos céus”. Assim Ele mostra que o Reino dos Céus não é alguma coisa que devemos entrar de qualquer jeito, aliás Ele o preparou para que todos pudéssemos entrar, porém precisaríamos fazer da forma como Ele demonstrou. Veio para todos, morreu para todos, mas era necessário pagar o preço da
entrega, da confiança, e do amor.
Que entrega? Que confiança? Que amor?
A entrega da sua vida em suas mãos, a confiança que Ele é seu único Deus, e que devemos amar, como Ele amou.
Conheço uma
linda história de um jovenzinho, que retrata exatamente tudo isso que acabamos de falar. Tudo que
Jesus já nos explicou nas Escrituras sobre o que representa a entrega do seu
coração.
Antes de
contar a história real, gostaria de dizer ao leitor que o importante para Deus sempre será, não a atitude em si que você toma a respeito de qualquer situação,
mas sim o que vai dentro de seu coração, que só Deus pode penetrar e conhecer,
pois eu posso tornar uma atitude, como blefe, mas Deus sonda os corações.
A história é de um menino cuja irmã necessitava de uma transfusão de sangue. O
médico informou à família que a menina tinha a mesma doença da qual o menino se
recuperara dois anos antes. Sua única chance de cura seria por meio da
transfusão de sangue de alguém que já houvesse contraído aquela doença. Como os
dois irmãos tinham o mesmo tipo raro de sangue o menino seria o doador ideal.
- Você
concorda em doar seu sangue a Mary? – perguntou o médico.
- Johnny
hesitou. Seu lábio inferior começou a tremer. Em seguida, ele sorriu e disse:
- Claro,
por minha irmã.
Os dois
irmãos foram conduzidos a uma sala do hospital. Mary, pálida e magra. Johnny,
robusto e sadio. Nenhum dos dois falou mas, quando seus olhos se encontraram,
Johnny sorriu para a irmã.
Quando a
enfermeira picou o braço de Johnny com a agulha, o sorriso desapareceu. Ele viu
o sangue passando pelo tubo.
No momento
em que a transfusão estava quase terminando, a voz de Johnny, levemente
trêmula, quebrou o silêncio:
- Doutor,
quando vou morrer?
Foi então
que o médico entendeu por que Johnny havia hesitado, por que seu lábio tremera
quando concordou em doar seu sangue. Ele pensou que doar sangue à irmã o
levaria à morte. Naquele breve momento, ele havia tomado uma grande decisão.
Essa é a
verdadeira decisão que Deus espera de nós, uma decisão pura, real e verdadeira.
A Palavra sobre isso nos afirma: “Portanto,
como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os
vossos corações”. Hb.3:7-8ª, assim como te espera ansiosamente ouvir
a Sua voz “Eis que estou à porta, e bato; se
alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei,
e ele comigo”. Ap. 3:20
Que você
possa fazer como Johnny, entregar o seu coração ao Pai!
Marcio Estanqueiro
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