terça-feira, 22 de setembro de 2020

Uma história de amor

 


E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus. Mt.18:3

Quando Cristo andou entre nós, por várias vezes Ele disse como deveríamos entrar no Reino de Deus, Reino dos Céus. No versículo acima a pessoa teria que ter um coração puro como uma criança, e em outras versões Ele diz, “..dos tais é o Reino dos Céus”, também dá uma idéia de como deveríamos fazer para alcançá-lo em outras passagens, como por exemplo em Mat. 7:21 Ele diz: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”. Assim Ele mostra que o Reino dos Céus não é alguma coisa que devemos entrar de qualquer jeito, aliás Ele o preparou para que todos pudéssemos entrar, porém precisaríamos fazer da forma como Ele demonstrou. Veio para todos, morreu para todos, mas era necessário pagar o preço da entrega, da confiança, e do amor.

Que entrega? Que confiança? Que amor?
A entrega da sua vida em suas mãos, a confiança que Ele é seu único Deus, e que devemos amar, como Ele amou.

Conheço uma linda história de um jovenzinho, que retrata exatamente tudo isso que acabamos de falar. Tudo que Jesus já nos explicou nas Escrituras sobre o que representa a entrega do seu coração.

Antes de contar a história real, gostaria de dizer ao leitor que o importante para Deus sempre será, não a atitude em si que você toma a respeito de qualquer situação, mas sim o que vai dentro de seu coração, que só Deus pode penetrar e conhecer, pois eu posso tornar uma atitude, como blefe, mas Deus sonda os corações.   

A história é de um menino cuja irmã necessitava de uma transfusão de sangue. O médico informou à família que a menina tinha a mesma doença da qual o menino se recuperara dois anos antes. Sua única chance de cura seria por meio da transfusão de sangue de alguém que já houvesse contraído aquela doença. Como os dois irmãos tinham o mesmo tipo raro de sangue o menino seria o doador ideal.

- Você concorda em doar seu sangue a Mary? – perguntou o médico.

- Johnny hesitou. Seu lábio inferior começou a tremer. Em seguida, ele sorriu e disse:

- Claro, por minha irmã.

Os dois irmãos foram conduzidos a uma sala do hospital. Mary, pálida e magra. Johnny, robusto e sadio. Nenhum dos dois falou mas, quando seus olhos se encontraram, Johnny sorriu para a irmã.

Quando a enfermeira picou o braço de Johnny com a agulha, o sorriso desapareceu. Ele viu o sangue passando pelo tubo.

No momento em que a transfusão estava quase terminando, a voz de Johnny, levemente trêmula, quebrou o silêncio:

- Doutor, quando vou morrer?

Foi então que o médico entendeu por que Johnny havia hesitado, por que seu lábio tremera quando concordou em doar seu sangue. Ele pensou que doar sangue à irmã o levaria à morte. Naquele breve momento, ele havia tomado uma grande decisão.

Essa é a verdadeira decisão que Deus espera de nós, uma decisão pura, real e verdadeira. A Palavra sobre isso nos afirma: “Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações”. Hb.3:7-8ª, assim como te espera ansiosamente ouvir a Sua voz Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”. Ap. 3:20

Que você possa fazer como Johnny, entregar o seu coração ao Pai!

Marcio Estanqueiro

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